Como diz a musica só se ver na Bahia, e neste caso na câmara municipal de vereadores de Salvador. O deputado federal Paulo Pereira da Silva do partido Solidariedade de São Paulo, mais conhecido como Paulinho da Força, envolvido em esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha conforme denuncia do Ministério Publico Federal(MPF), vai recebe o titulo de cidadão soteropolitano nesta segunda(29),a iniciativa é do vereador Geraldo Júnior do SD da capital baiana da base aliada do prefeito ACM Neto(DEM) .
O deputado faz oposição ao governo da presidenta Dilma Rousseff e é um dos principais aliado do presidente da câmara dos deputados, Eduardo Cunha(PMDB/RJ), que também esta envolvido denuncia de crimes de evasão de divisas e sonegação fiscal em razão de movimentação irregular nas contas atribuídas a ele na Suíça, além de recebimento de vantagens indevidas a partir de contratos da Petrobras para aquisição de navios-sonda destinados à perfuração de poços de petróleo, investigação da Operação Lava Jato.
Confira a reportagem do portal G1 sobre o homenageado.
O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta terça-feira (8) aceitar uma denúncia e abrir uma ação penal sobre o deputado Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força (SDD-SP). Com isso, ele passa à condição de réu e responderá a um processo a ser julgado pelo próprio STF.
O Ministério Público Federal acusa o deputado de crime contra o sistema financeiro, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A defesa nega e alega que ele foi vítima de tráfico de influência de um grupo criminoso (leia mais abaixo).
A denúncia foi aceita pelos três ministros presentes na sessão da Segunda Turma do STF: o relator, Teori Zavascki, além de Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Todos avaliaram haver indícios de crime e autoria, mas reiteraram que as provas que poderão condenar ou absolver o deputado serão colhidas ao longo do processo.
A denúncia foi aceita pelos três ministros presentes na sessão da Segunda Turma do STF: o relator, Teori Zavascki, além de Gilmar Mendes e Dias Toffoli. Todos avaliaram haver indícios de crime e autoria, mas reiteraram que as provas que poderão condenar ou absolver o deputado serão colhidas ao longo do processo.
Conforme a denúncia, Paulinho seria beneficiário de desvios em financiamentos concedidos pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) a uma loja e da Prefeitura de Praia Grande (SP). Os valores seriam desviados através de uma empresa de consultoria que, segundo o MPF, não realizava os serviços para a loja e a prefeitura.
As "comissões", ainda segundo as investigações, variavam de 3% a 4% dos valores dos financiamentos. A denúncia também narra que Paulinho atuava a partir de um conselheiro do BNDES indicado pela Força Sindical, central sindical que preside.

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