Foto reprodução Ascom
O Projeto Social Formando Campeões, desenvolvido por um ex-cobrador de ônibus,
tem sido a esperança de vida melhor para 80 jovens de Nova Brasília de Valéria,
em Salvador. No bairro vizinho a Fazenda Coutos, durante muito tempo, a falta de
materiais serviu como obstáculo nos treinos de jiu jitsu, mas a situação tem
melhorado com doações de moradores e instituições públicas.
Trinta kimonos, 15 placas de tatame e dois toldos foram entregues à comunidade pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), nesta terça-feira (23). O objetivo é estimular a ampliação do projeto. “A ideia do governo é achar uma maneira de ampliar o projeto. Inicialmente estamos fornecendo o material. O esporte é muito importante para a saúde física e mental e funciona como um fator de inclusão social”, afirma o titular da Setre, Álvaro Gomes.
Para o idealizador do projeto, o faixa preta de jiu jitsu, Délio Lima, 33 anos, o apoio do Governo do Estado é importante para que o Formando Campeões atenda ainda mais pessoas. “O projeto inicialmente funcionou em uma garagem, [espaço que] ficou pequeno pelo número de pessoas. Depois resolvemos treinar na rua mesmo. Montamos o tatame em área pública e levamos os ensinamentos a esses jovens. Antes de mostrar como lutar, passamos valores importantes, como respeito, solidariedade e amor ao próximo”.
Aos 7 anos, o garoto Igor do Santos começa a aprender artes marciais na “academia a céu aberto”. E mesmo ainda com a faixa branca, conta que já aprendeu muito nos treinos. “Aprendi a respeitar o mestre, a professora, minha mãe e minha avó. Também passei a saber [como] me defender”, diz o garoto.
Trinta kimonos, 15 placas de tatame e dois toldos foram entregues à comunidade pelo Governo do Estado, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte (Setre), nesta terça-feira (23). O objetivo é estimular a ampliação do projeto. “A ideia do governo é achar uma maneira de ampliar o projeto. Inicialmente estamos fornecendo o material. O esporte é muito importante para a saúde física e mental e funciona como um fator de inclusão social”, afirma o titular da Setre, Álvaro Gomes.
Para o idealizador do projeto, o faixa preta de jiu jitsu, Délio Lima, 33 anos, o apoio do Governo do Estado é importante para que o Formando Campeões atenda ainda mais pessoas. “O projeto inicialmente funcionou em uma garagem, [espaço que] ficou pequeno pelo número de pessoas. Depois resolvemos treinar na rua mesmo. Montamos o tatame em área pública e levamos os ensinamentos a esses jovens. Antes de mostrar como lutar, passamos valores importantes, como respeito, solidariedade e amor ao próximo”.
Aos 7 anos, o garoto Igor do Santos começa a aprender artes marciais na “academia a céu aberto”. E mesmo ainda com a faixa branca, conta que já aprendeu muito nos treinos. “Aprendi a respeitar o mestre, a professora, minha mãe e minha avó. Também passei a saber [como] me defender”, diz o garoto.
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