Esta é a primeira vez desde o fim da ditadura militar em que o eleitor não terá a opção de marcar o nome de Lula nas urnas. Antes de vencer as eleições em 2002 e 2006, o ex-sindicalista havia disputado a Presidência outras três vezes: em 1989, quando perdeu para Fernando Collor de Mello, e em 1994 e 1998, quando Fernando Henrique Cardoso venceu.
Não é para menos que petistas e tucanos tentam tirar uma “lasquinha” da imagem do ex-metalúrgico. Lula deixa o governo com aprovação recorde – 76% dos brasileiros aprovam seu governo, segundo pesquisa divulgada no fim de março pelo Datafolha. Segundo analistas ouvidos pelo R7, dificilmente os adversários de Dilma atacarão o governo atual, como observa o cientista político e professor emérito da UFMG (Universidade Federal de Minas

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