quarta-feira, 24 de fevereiro de 2016

Estudantes do Subúrbio Ferroviário mobilizam comunidade contra o Aedes aegypti

Mais uma grande ação do Governo do Estado contra o mosquito Aedes aegypti envolvendo as escolas da rede estadual mobilizou estudantes, professores, gestores e integrou escola-família, conforme propõe o programa Educar para Transformar. Nesta quarta-feira (24), a comunidade escolar do Colégio Estadual Tereza Helena Marta Pires, no bairro Alto do Cabrito, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, realizou passeata, participou de palestras e fez visita às casas dos moradores locais, com o objetivo de orientar sobre os riscos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
 
A iniciativa 'Acorda Comunidade' é uma parceria do programa 'Ciência na Escola: Aedes aegypit e Debate', da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, com a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). A proposta desta parceria é também contribuir com o processo de ensino e de aprendizagem dos alunos e despertar neles, ainda mais, o gosto pela iniciação científica, na medida em que pesquisadores da Fiocruz mostram, por meio do laboratório, como ocorre a mutação do Aedes aegypti.
Mais uma grande ação do Governo do Estado contra o mosquito Aedes aegypti envolvendo as escolas da rede estadual mobilizou estudantes, professores, gestores e integrou escola-família, conforme propõe o programa Educar para Transformar. Nesta quarta-feira (24), a comunidade escolar do Colégio Estadual Tereza Helena Marta Pires, no bairro Alto do Cabrito, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, realizou passeata, participou de palestras e fez visita às casas dos moradores locais, com o objetivo de orientar sobre os riscos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
 
A iniciativa 'Acorda Comunidade' é uma parceria do programa 'Ciência na Escola: Aedes aegypit e Debate', da Secretaria da Educação do Estado da Bahia, com a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). A proposta desta parceria é também contribuir com o processo de ensino e de aprendizagem dos alunos e despertar neles, ainda mais, o gosto pela iniciação científica, na medida em que pesquisadores da Fiocruz mostram, por meio do laboratório, como ocorre a mutação do Aedes aegypti.

Fotos Secom
Nesta quarta-feira (24), a comunidade escolar do Colégio Estadual Tereza Helena Mata Pires, no bairro Alto do Cabrito, no Subúrbio Ferroviário de Salvador, promoveu passeata, participou de palestras e realizou visita às casas dos moradores locais, com o objetivo de orientar sobre os riscos do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

Secretaria de Educação em parceria com o Instituto Anísio Teixeira e a Fundação Oswaldo Cruz, realizam ações de combate ao mosquito aedes aegypti no Colégio Estadual  Tereza Helena Mata Pires
Intitulada ‘Acorda Comunidade’, a iniciativa é uma parceria do programa ‘Ciência na Escola: Aedes aegypit e Debate’, da Secretaria da Educação do Estado, com a Fundação Osvaldo Cruz (Fiocruz). A proposta desta parceria é também contribuir com o processo de ensino e de aprendizagem dos alunos e despertar neles o gosto pela iniciação científica, na medida em que pesquisadores da Fiocruz mostram, por meio do laboratório, como ocorre a mutação do Aedes aegypti.
 
Secretaria de Educação em parceria com o Instituto Anísio Teixeira e a Fundação Oswaldo Cruz, realizam ações de combate ao mosquito aedes aegypti no Colégio Estadual  Tereza Helena Mata Pires
“O objetivo do evento é agregar à campanha do Educar para Transformar o conhecimento científico, por se tratar de informações que geram atitudes nos procedimentos de combate ao mosquito. O projeto Ciência na Escola leva para dentro da sala de aula a informação científica sobre a biologia do mosquito, os aspectos da epidemiologia das doenças que ele provoca e outros questões para serem tratadas nas aulas de Ciências com o aval pedagógico dos professores”, explica o diretor-geral do Instituto Anísio Teixeira, Nildon Pitombo. 
Os estudantes e moradores da comunidade ficaram entusiasmados com a oportunidade de observar as larvas do mosquito através de um microscópio no laboratório volante ‘Ciência na Estrada’, da Fiocruz, que também prestou orientações sobre a biologia do inseto e de que forma ele pode ser combatido. “Achei muito interessante ver de perto a larva do mosquito, mas espero que ele seja exterminado, para que a população não sofra mais com essas doenças”, afirma o líder de classe Wesley Souza, 14 anos, do 9º ano.
 

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