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O pastor Edimar Brito, de 36 anos, que já está preso, foi denunciado pelo Ministério Público do Estado da Bahia por planejar as mortes de ex-colegas após perder fiéis com a criação de um novo templo em Vitória da Conquista, no centro-sul do Estado. A denúncia foi apresentada pelo promotor José Junceira, que incluiu no documento Adriano Silva dos Santos, 36, e Fábio de Jesus Santos, 24 - também estão presos acusados de serem os executores do crime. Ele ainda nega envolvimento com os crimes.
O pastor é acusado de ser o mandante e de participar das mortes da pastora e professora da Universidade do Estado da Bahia (Uneb) Marcilene Oliveira Sampaio e da prima dela Ana Cristina Sampaio. Elas foram assassinadas a pedradas em janeiro.
Marcilene estava acompanhada da prima e do marido, Carlos Eduardo de Souza, 50, quando teve o veículo abordado por dois homens que estavam a bordo de um Versa branco. Um dos suspeitos, Fabio, conduziu Carlos ao carro, onde ele foi espancado várias vezes sob ameaça de um revólver. Durante o trajeto, o marido da professora conseguiu provocar um acidente e fugir.
Marcilene e a prima ficaram em companhia do outro suspeito, Adriano e do pastor. As duas mulheres foram então assassinadas. Segundo a polícia, as duas foram encontradas com as cabeças esmagadas por pedras.
Marcilene e a prima ficaram em companhia do outro suspeito, Adriano e do pastor. As duas mulheres foram então assassinadas. Segundo a polícia, as duas foram encontradas com as cabeças esmagadas por pedras.
Fonte: Correio
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